domingo, 3 de março de 2013

Energia do lixo pode abastecer 1,5 milhão de brasileiros


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 Os aterros sanitários brasileiros têm capacidade para gerar 280 megawatts de energia limpa a partir do aproveitamento do metano. | Foto: <a href='http://www.flickr.com/photos/prefeiturasetelagoas/7510276618/sizes/m/in/photostream/' target='_blank'>Prefeitura de Sete Lagoas/Flickr</a></p>

Os aterros sanitários brasileiros têm capacidade para gerar 280 megawatts de energia limpa a partir do aproveitamento do metano. | Foto: Prefeitura de Sete Lagoas/Flickr


Um grande potencial energético pode ser encontrado no lixo. Somente os aterros sanitários brasileiros têm capacidade para gerar 280 megawatts de energia limpa a partir do aproveitamento do metano, gás expelido durante o processo de decomposição do lixo.

Calor de centros urbanos afeta cidades em um raio de mil quilômetros

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 O calor de concentra na atmosfera acima da cidade e depois se espalha. | Foto:<a href='http://www.flickr.com/photos/kaysha/2094152517/sizes/m/in/photostream/' target='_blank'> Kaysha/Flickr</a></p>

O calor de concentra na atmosfera acima da cidade e depois se espalha. | Foto: Kaysha/Flickr


Cientistas norte-americanos publicaram um estudo em que foram analisadas as consequências do aquecimento dos centros urbanos nas cidades vizinhas. A conclusão é de que o calor gerado nas grandes cidades pode se espalhar por um raio de até mil quilômetros.

Fluidos de árvores se transformam em plástico biodegradável e podem substituir petróleo

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 As experiências indicam que os fluidos das árvores poderão ser utilizados não só para a fabricação de plástico, mas também para substituir os combustíveis fósseis utilizados nos dias atuais. | Foto: <a href='http://www.flickr.com/photos/pfly/1238633982/sizes/m/in/photostream/' target='_blank'>pfly/Flickr</a></p>
As experiências indicam que os fluidos das árvores poderão ser utilizados não só para a fabricação de plástico, mas também para substituir os combustíveis fósseis utilizados nos dias atuais. | Foto: pfly/Flickr


O pesquisador Chuanbing Tang, da Universidade da Carolina do Sul, descobriu que é possível produzir plástico biodegradável a partir de líquidos extraídos das árvores. O plástico alternativo tem características parecidas com a versão convencional e dispensa o uso do petróleo durante sua fabricação.

sexta-feira, 1 de março de 2013

TCU fará auditoria na Anvisa para avaliar processo de liberação de agrotóxicos

veneno


O Tribunal de Contas da União (TCU) fará auditoria na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com objetivo de avaliar os procedimentos de controle adotados para a liberação da comercialização de agrotóxicos no Brasil. A decisão atende solicitação da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Congresso Nacional.

O impacto do mercúrio na saúde do brasileiro

Consultor ambiental diz que projeto de lei para combater contaminação está parado há 25 anos no Congresso

Um dos grandes desafios contemporâneos é discutir a sinergia entre meio ambiente e saúde pública. A contaminação ambiental afeta seres humanos e animais. Na recente polêmica sobre a qualidade do diesel brasileiro, por exemplo, estudo publicado em 2012 na revista científica "Clinics" indicou que pelo menos 14 mil mortes devem ocorrer no Brasil até 2040 devido à inexistência de um diesel de qualidade. Este número é muitas vezes maior do que o de vítimas de tragédias aéreas, mas nem por isso capaz de mobilizar a opinião pública. Mas existem muitos outros exemplos. Pesticidas que causam câncer, como chamou atenção Rachel Carson com seu livro "Primavera Silenciosa", há 50 anos. Hepatite e outras doenças causadas por praias impróprias, alta mortalidade infantil por diarreias decorrentes da falta de saneamento básico, o asbesto cuja proibição depende de decisão do Supremo Tribunal Federal. Enfim, a lista é enorme. Mas há uma notícia boa neste cenário, a ONU, por meio do Pnuma, discute um tratado internacional sobre o mercúrio, a Convenção de Minamata. Uma avaliação do Pnuma de 2013 aponta que fontes antropogênicas respondem por 30% das emissões atmosféricas, o que exige ação incisiva.

A extinção do etanol

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O preço da gasolina é uma ficção. Para cada R$ 3 que você gasta em combustível, deveria pagar R$ 4 (o mesmo vale para o diesel). Se isso não acontece, é porque existe alguém mantendo o preço em baixa: o governo. Para fazer isso, ele usa a Petrobras. É que a estatal tem o monopólio do comércio de derivados de petróleo - se você é dono de um posto, tem de comprar sua gasolina e seu diesel com a Petrobras. 

Poluição do solo por nitrogênio é a nova crise ambiental chinesa?



Em meio à poluição atmosférica recorde que assola a China, o país enfrenta outra crise ambiental pouco conhecida e praticamente invisível: a contaminação do solo por nitrogênio. Segundo um estudo publicado pela revista Nature, a poluição por nitrogênio aumentou 60% em 30 anos no país, o que representa uma ameaça para os ecossistemas e a saúde humana.

Carro movido a café entra para Guinness Book por alta velocidade




Não, o café não serve só para te manter acordado naqueles dias em que ficar de olho aberto no trabalho ou na aula está difícil. O grão também é capaz de nos locomover de um lugar para outro – e, melhor ainda, fazer a gente chegar mais rápido ao nosso destino. Desenvolvido pelo britânico Martin Bacon, o Coffee Car funciona a base do alimento e acabou de entrar para oGuinness Book por seu alto desempenho de velocidade.

Spin Cell: uma placa solar giratória, simpática e eficiente



Esqueça aquela imagem típica de um equipamento grande, plano e estático. Foi criada a Spin Cell, primeira placa solar, digamos, “sedutora” de que se tem notícia. Com tamanho pequeno e forma de cone, a Spin Cell pretende conquistar muitas famílias que desejam reduzir seu gasto energético e oimpacto ambiental que produzem. “Se nós vamos mudar o mundo, bem que ele poderia ser bonito”, é uma das mensagens da empresa que a fabricou, a norte-americana V3Solar*.

Por uma Pedagogia Ambiental, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

devorando o Planeta


Enquanto a aquisição de bens de consumo suntuosos continuar sendo toscamente confundida como símbolo de prosperidade, sucesso e possibilidade de ascensão social, determinando padrões distorcidos de conduta, certamente a humanidade retrocederá cada vez mais em termos de valores e princípios.
Se não bastasse essa distorção de valores que prioriza o “ter”, a sociedade de consumo deve sempre ser vista também como inimiga número um do meio ambiente. Se de fato desejamos habitar um mundo melhor, como é de senso comum, é de fundamental importância que todos desenvolvam visões diferenciadas sobre a natureza e o comportamento concernente à prática de consumo, não perdendo de vista que a poluição dos rios, do ar, o desgaste do solo, a perda de florestas e o desaparecimento de espécies animais e vegetais estão intimamente relacionados ao considerável aumento de energia, água e serviços ecossistêmicos usados largamente para manter elevadas taxas de produção atendendo assim essa sociedade de consumo.