domingo, 19 de maio de 2013

Reciclar é urgente e inadiável

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Por Maristela Crispim
O Dia Mundial da Reciclagem foi comemorado ontem, 17 de maio, enquanto o nosso País, vive um momento ímpar no que diz respeito aos resíduos sólidos, com a proximidade do fim do prazo mais radical da Política Nacional de resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em agosto de 2010, após mais de 20 anos de tramitação no Congresso. Ela estabeleceu agosto de 2014 como prazo para a extinção dos lixões em nosso território.

Duas maneiras de ver o Aquecimento Global


Está ficando impossível ignorar as evidências, cada vez mais visíveis, do aquecimento global. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou relatório recente onde indica que 2012 foi o nono ano mais quente desde 1850, quando teve início este tipo de medição. De acordo com a National Oceanic and Atmospheric Administration o mês de julho de 2012 foi o mais quente dos últimos 100 anos nos Estados Unidos. A Austrália está sofrendo com ondas de calor. O Nordeste brasileiro enfrenta a sua pior seca. Segundo a NASA, o degelo na Groenlândia chegou a 97%, neste verão de 2012 no hemisfério Norte.

Marcas sustentáveis ou empresas sustentáveis?

Acreditamos que é uma ótima oportunidade para refletir sobre o papel de grandes empresas em nossa sociedade. Confesso que quando eu conheci a conferência pela primeira vez, fiquei na dúvida sobre uma coisa – por que se fala apenas de brands e não de companies. É realmente possível pensar numa marca sustentável sem falar de uma empresa sustentável?

Mais empresas lucram com sustentabilidade

A evolução da sustentabilidade como fonte de vantagem competitiva e lucro tem sido acompanhada desde 2010 pela sondagem anual conjunta realizada com milhares de executivos e gerentes em todo o mundo pela MIT Sloan Management Review e o The Boston Consulting Group. Em 2011, a pesquisa descobriu companhias que acreditavam que a sustentabilidade é necessária para torná-la competitiva.

sábado, 18 de maio de 2013

Brasil ainda tem poucos incentivos fiscais verdes



O Brasil é um país reconhecido internacionalmente pelo seu potencial hídrico, de matérias-primas e para gerar energia a partir de fontes renováveis, como solar e eólica. Com tudo isso, era de se esperar que nossa nação fosse uma das líderes no que se refere a investimentos fiscais em sustentabilidade, mas, segundo um novo relatório da KPMG, não é isso o que acontece.