segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Garrafas pet viram pássaros

Publicado em 25 de setembro de 2011


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O agrônomo João José Anselmo dos Santos, de Icó, transforma embalagens plásticas em aves da região
Icó. Algumas ideias brilhantes e até grandes descobertas de medicamentos e da ciência surgiram em sonho. A história oficial registra vários desses acontecimentos. Muitos outros, entretanto, não ganharam páginas de livros, mas estão presentes na história cotidiana de pequenas cidades do interior.

domingo, 30 de outubro de 2011


Brasileiro consome 91 latinhas de bebida por ano

CAROLINA SARRES

Em 2010, brasileiros reutilizaram 97,6% das latas vendidas; índice é maior do que muitos países desenvolvidos

O Brasil lidera ranking mundial em reciclagem de latas de alumínio: em 2010, 97,6% das latas vendidas foram reutilizadas.
O índice brasileiro, segundo a Abal (Associação Brasileira do Alumínio), superou os do Japão, da Argentina, da média europeia e dos Estados Unidos; respectivamente.
"Desde 2001 estamos com índices superiores a 90%, o que mostra que não se trata de uma flutuação. É um índice consistente", afirmou Renault Costa, presidente da Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade).

Bolsa Floresta e Bolsa Verde: semelhanças, diferenças e desafios
Virgílio Viana
Engenheiro florestal, Ph.D. Harvard, ex-Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas e atual Superintendente Geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS).
 
Em Junho de 2007, numa iniciativa pioneira em âmbito nacional, o Governo do Estado do Amazonas, sob a liderança do Governador Eduardo Braga, lançou o Programa Bolsa Floresta. Quatro anos mais tarde, em Setembro de 2011, o Governo Federal, sob o comando da Presidenta Dilma Rousseff, lançou o Programa Bolsa Verde. Quais são as semelhanças, diferenças e desafios entre esses programas? 

O poder das flores contra a mudança climática
Manipadma Jena
Jornalista da Envolverde/IPS
 
O escritório de Gazalla Amin, nos arredores da capital do Estado indiano de Jammu e Caxemira, cheira a lavanda, aroma que emana de um monte de flores secas colocadas em um recipiente no canto da sala. A fragrância nada tem de extravagante nem de feminino. Aos quarenta e tantos anos, esta médica de profissão irrompeu no setor agrícola, que neste lugar é dominado pelos homens. Amin se colocou à frente de agricultores endividados, pobres e derrotados pelas incertezas climáticas e pela perda de cultivos, e atua com o exemplo de alternativas agrícolas viáveis.
Como andam os agrotóxicos no Brasil


No Brasil, a segunda maior causa de intoxicação depois de medicamentos é por agrotóxicos, segundo o Ministério da Saúde. Em 2008, o país ultrapassou os Estados Unidos e assumiu o posto de maior consumidor de agrotóxicos do mundo.

terça-feira, 18 de outubro de 2011


Nas profundezas da Amazônia, um rio

Roberto Filizola


Cinco formas de alimentar milhões sem destruir o planeta

Eat the world 300x291 Cinco formas de alimentar milhões sem destruir o planeta
No final deste mês a ONU prevê que a população global atingirá sete bilhões de pessoas, dobrando de 3,5 bilhões em menos de 50 anos. No entanto, mesmo atingindo esse novo marco, um bilhão de pessoas não têm comida suficiente; enquanto isso, a rápida expansão da agricultura é uma das principais causas da degradação ambiental global, incluindo as emissões de gases do efeito estufa, a destruição de florestas, a poluição marinha, a extinção em massa, a escassez de água e a degradação do solo.

Belezas do sertão encantam na serra em Juatama, Quixadá

Como conciliar turismo e ecologia? Como saber a razão
pela qual a caatinga é chamada de mata branca?

Que Juatama, em Quixadá, faz parte do Ceará, as lagartixas, as pedras do sertão central, os ufologistas, praticantes de vôo livre, ETs – e a Wikipédia – já sabem há tempo. O lugar no sopé da serra do Juá (o seu antigo nome) começou a juntar gente quando nasceu ali um tronco da Rede Viação Cearense em 1891 e a estação ferroviária que deu origem à vila.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011


Mais de 50% dos resíduos sólidos produzidos no país têm destinação correta, mas 4 mil municípios ainda usam lixões

O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, defendeu hoje (10) o empenho dos municípios de todo o país para que ao Brasil possa cumprir até 2014 a lei que determina o fim dos lixões e adoção dos aterros sanitários. Segundo ele, 58% dos resíduos sólidos produzidos no país já têm destinação adequada. No entanto, cerca de 4 mil municípios, responsáveis pela produção dos outros 42%, ainda despejam em lixões os materiais descartados pela população.

MMA quer lixões desativados em 2014

Suelene Gusmão


Um dos grandes desafios para a implementação da política de resíduos sólidos é a meta estabelecida para o fim dos lixões em 2014. Mas, de acordo com o diretor de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Silvano Silvério, mais importante que extinguir os lixões será mantê-los permanentemente fora de atividade até o ano de 2031, prazo de vigência do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Isso significa, entre outras atividades permanentes, a queima pontual dos gases metanos, a coleta do chorume e a drenagem pluvial.